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Desmistificando Clássicos

Muita gente tem medo dos clássicos, eu acho que só não tive porque minha mãe é professora de Português então sempre me incentivou a ler tudo, sem ter medo de nada. Eu estou falando de livros, mas curiosamente isso serve pra filmes também. Sempre tem alguém que não quer arriscar um filme antigo porque é preto e branco ou porque tem um formato diferente. Em ambos os casos é completamente ok alguém não se interessar pelos clássicos (a não ser que você seja estudante de Letras ou de Cinema, aí temos um problema rs), mas acho interessante refletir se essa hesitação é natural, por algo que você experimentou e não gostou, por exemplo, ou se foi construída por uma mística criada em volta desses livros e filmes. Uma mística que tende pra um certo elitismo que botam na nossa cabeça, acho, de que seriam livros ~para poucos. Pois muito que bem: muitos clássicos de hoje foram bestsellers na época em que foram lançados. Eu estou lendo Guerra & Paz , que foi originalmente escrito no formato de fo...
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Divagando sobre livro x adaptação

Volta e meia minha mente volta nessa questão das adaptações de livros, o que faz uma boa adaptação ou uma adaptação ruim? Eu ficava muito no "manter a essência" da história, mas o que é a essência pode variar da interpretação de cada um. Hoje em dia eu separo as coisas: posso achar X obra um bom filme/série/ peça etc. mas achar uma adaptação ruim. Posso achar ruim tanto como obra solta quanto como adaptação também oi, Game of Thrones . Claro que ainda fico com raiva quando uma adaptação distorce coisas como a mensagem que a obra quer passar, às vezes chegando a dizer o contrário do que queria o autor, mas esse exercício de separar as coisas fez eu me sentir mais "livre" na hora de consumir adaptações. Atualmente só me preocupo de ler o livro antes de assistir uma adaptação se for uma leitura que quero muito fazer tem algum tempo, mas se for uma obra que só conheço vagamente ou que não me despertou grandes vontades de ler assisto a adaptação tranquila. Inclusive 2 ad...

Daisy Jones & The Six: Taylor Jenkins Reid você me paga

Eu esperava gostar desse livro porque pelo que ouvia falar era bem minha cara, mas não esperava curtir TANTO assim. Sério, eu preciso de recomendações de biografias de bandas pra ver se acaba com o gosto de quero mais que Daisy Jones & The Six deixou. Ao contrário do que o título pode levar quem lê a concluir, Daisy e a banda The Six não são uma coisa só desde o começo. Ela tem inclusive uma origem bem diferentes da dos outros integrantes da banda, vindo de uma família rica de artistas. Já Billy Dunne, seu irmão Graham e os outros quatro vêm de famílias mais humildes comparadas com a de Daisy. Eu amei os personagens desse livro, desde os mais chatos (oi, Eddie), até meus favoritos (Billy, Daisy e Camila). Eles parecem bem reais e me fizeram pensar em buscar a banda no Spotify mesmo sabendo que não encontraria nada por lá. Espero que com a adaptação vindo aí eles gravem as músicas porque por mais que a autora tenha posto as letras completas no final do livro eu tenho 0 capacidade d...

Por que resolvi criar um blog?

Eu leio muito e consumo muitos livros, filmes e séries, então melhor fazer textos num blog do que fazer threads imensas no Twitter , não é mesmo? Desde quais livros gostei ou não até algum aspecto que achei interessante em alguma obra, qualquer coisa que me chame atenção o suficiente pra resultar num texto mais ou menos longo. Sinceramente não sei qual rumo exato esse blog vai tomar, mas planejo comentar coisas que leio e assisto conforme está na descrição. Venho enrolando pra pôr em ação essa ideia do blog desde 2018, acho que a união de pandemia com onda de renascimento dos blogs na minha bolha do Twitter serviram de empurrão. Não sei qual rumo esse blog vai tomar, mas espero que seja algo interessante pra quem compartilha dos interesses que citei no início do post. Vem aí!